8° ANO
8° ANO
Leia a música abaixo:
“Ainda que eu falasse a língua dos homens.
E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.
É só o amor, é só o amor.
Que conhece o que é verdade.
O amor é bom, não quer o mal.
Não sente inveja ou se envaidece.”
Fonte: http://vagalume.uol.com.br/legiao-urbana/monte-castelo.html - Acesso em: 21/05/2008.
1. A expressão “se envaidece”, destacada no fragmento acima, refere-se:
a) Aos homens.
b) Aos anjos.
c) Ao amor.
d) Ao mal.
Leia o texto abaixo:
Por que a ida é sempre mais demorada que a volta?
Essa sensação acontece com todo mundo que viaja – desde que tenham sido feitos
trajetos idênticos, na mesma velocidade, em sentidos opostos. Isso porque o nosso cronômetro
interno não funciona com perfeita regularidade e muitas vezes engana a noção
de tempo. As estruturas neurais que controlam a percepção temporal estão localizadas
na mesma área do cérebro que comanda a nossa concentração.
Isso significa que, se a maior parte dessa área estiver voltada a prestar atenção no
caminho, nas placas e na paisagem, não conseguimos nos concentrar no controle de
tempo. E aí não saberemos quanto tempo, de fato, a viagem levou. Na ida, a descoberta
de novos lugares influi na percepção de distância, e achamos que estamos demorando
mais. Nossa preocupação é: “Quando vamos chegar?” Na volta, com o caminho já
Anos Finais do Ensino Fundamental -
Prova Brasil -
2009
conhecido,
a concentração se dispersa e a percepção de tempo é alterada para menos,
dando a impressão que o trajeto passou mais depressa.
Rafael Tonon
Fonte: Revista Superinteressante - Edição 241 - Julho de 2007, pág. 50.
2. O texto acima permite concluir que a sensação de que a ida é sempre mais demorada que a volta, se deve:
a) À distância existente entre o ponto de saída e o ponto de chegada.
b) Ao tempo gasto no trajeto.
c) À concentração que não se situa na mesma área cerebral da percepção de tempo.
d) Ao funcionamento irregular do “cronômetro interno” dos seres humanos.
Leia o texto abaixo:
Cinzas na Amazônia
Agosto marca o início tradicional das queimadas na Amazônia Legal. Mas os primeiros
dias deste mês foram preocupantes. O número de focos de fogo na região é 40%
maior que em 2006. “Acendemos o sinal amarelo”, diz o pesquisador Alberto Setzer,
do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). É cedo para soar o alarme, mas
o temor é que, se a estiagem que atinge a região continuar, os próximos meses sejam
enfumaçados. Há outros dois motivos de inquietação. Os focos atuais se concentram
no norte de Mato Grosso, sul do Pará e leste do Tocantins, todos com forte atividade
agrícola. E todas as reservas florestais nacionais registraram casos de incêndio.
Fonte: Revista Superinteressante. nº 482, 13 de agosto de 2007.
3. De acordo com o texto anterior, pode-se inferir que:
a) As queimadas na Amazônia Legal ocorrem com maior freqüência antes do
mês de agosto.
b) Se a frase na linha 3 “acendemos o sinal amarelo” for alterada para “ o sinal
amarelo será acendido”, não haverá mudança no sentido do texto.
c) O clima seco auxilia na propagação dos focos de incêndio.
d) Os focos de incêndio podem apresentar riscos às florestas brasileiras
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